pg-nmga - Cervejas Artesanais – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasMon, 04 Sep 2023 12:06:26 +0000pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.4.3pg-nmga - Cervejas Artesanais – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/gostinho-de-brasil-cervejarias-nacionais-apresentam-o-melhor-do-pais-a-estrangeiros-em-rodadas-de-negocios/Mon, 04 Sep 2023 12:06:26 +0000https://www.bkindex.com/?p=16421Uma das bebidas preferidas dos brasileiros, a cerveja ganha mais adeptos ano a ano. O mercado aquecido tem reflexo direto nas cervejarias que, somente em 2022, segundo o Anuário da Cerveja, produzido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ganhou 180 novos estabelecimentos – o que representa um crescimento de 11,6% em comparação ao ano anterior. No total, existem 1.729 empresas do setor no país. Mas a bebida produzida em terras tupiniquins também tem potencial para chegar ao consumidor estrangeiro. De 9 a 11 de outubro, elas contarão com um trampolim para a comercialização dos seus produtos no exterior por meio do Exporta Mais Brasil – Rodada de Negócios de Cervejas Especiais 2023, que será promovido por Sebrae e ApexBrasil, no Rio de Janeiro.

As cervejarias têm até 17 de setembro para se inscrever no evento, onde estarão presentes compradores da América do Norte, América do Sul e Europa. No total, 30 empresas serão selecionadas.

Inscreva-seaqui.

Para participar é necessário possuir registro válido no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), além de atuar no setor de Cervejas Especiais. Confira o regulamento completo.

“O consumidor internacional está cada vez mais interessado em experimentar sabores novos e diferentes, e as cervejas brasileiras têm tudo a oferecer para atender a essa demanda. Um exemplo de como as cervejas brasileiras podem aproveitar seus sabores diferenciados para conquistar clientes internacionais é a Catharina Sour, o primeiro estilo de cerveja brasileiro. Essa cerveja contém malte de trigo e frutas, o que confere à bebida um sabor único e exótico. Mas nosso cardápio vai muito além”, argumenta a analista de competitividade do Sebrae, Mayra Viana.

Com produtos de alta qualidade, as cervejarias brasileiras independentes têm tudo para se tornarem exportadoras. A rodada é uma oportunidade importante para elas mostrarem sua capacidade e conquistarem novos clientes internacionais.

A analista do Sebrae conta ainda que, além de apresentar seus produtos aos compradores internacionais, os empresários poderão conhecer um pouco mais sobre as demandas das cervejas especiais ao redor do mundo e criar um networking com outros profissionais do setor. As empresas ofertantes terão reuniões com os potenciais compradores durante o evento, que acontece dias antes da Mondial de la Bière – principal festival internacional de cervejas artesanais da América Latina, que acontece anualmente no Rio de Janeiro.

Exportações

O Anuário da Cerveja apontou que houve uma pequena redução da exportação brasileira de cerveja. No ano passado, foram faturados US$ 120 milhões – uma redução de 8,7% em relação a 2021, que havia sido a maior da base histórica disponível. Em relação à média dos últimos dez anos, a receita nominal com exportação em 2022 foi 27,2% maior. Em 2022, o Brasil exportou cerveja para 79 países diferentes: Paraguai, Bolívia, Argentina, Uruguai e Chile foram os maiores compradores.

Serviço:
Exporta Mais Brasil – Rodada de Negócios de Cervejas Especiais 2023
Data: 9 a 11 de outubro
Local: Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) – Praça Tiradentes, 69 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

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pg-nmga - Cervejas Artesanais – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/dia-dos-pais-setores-cervejeiro-de-panificacao-e-de-beleza-esperam-boas-vendas/Wed, 26 Jul 2023 14:54:44 +0000https://www.bkindex.com/?p=15380O Dia dos Pais está chegando. Tanto os filhos que pretendem presentar, quantos os donos de pequenos negócios que planejam aproveitar a data para aumentar as vendas devem estar preparados e não deixar os preparativos para a última hora. Entre os setores que mais se destacam no mercado, nessa data festiva, os de cosméticos, panificação e cervejas artesanais estão com a expectativa de aumentar o faturamento com os presentes programados para ser entregues no segundo domingo de agosto.

Desde a pandemia, o segmento de cervejarias tem apresentado um crescimento consistente de aproximadamente 10% ao ano. Só em 2022, foram 166 novas empresas no mercado, regularizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), totalizando mais de 1,7 mil cervejarias. A estimativa é de que, somadas aquelas em processo de certificação, existam mais de 3 mil pequenos negócios do setor no Brasil.

“Há uma inclinação para bares e restaurantes comercializarem estes produtos para esta data. Além disso, qual é o pai que não gosta de receber um presente desses, um kit com a cerveja e o que combina com ela? Além de agradar, o custo para quem presenteia pode sair por um preço bem razoável”, comenta o analista de Competitividade do Sebrae, Vicente Scalia.

Vicente também chama a atenção para o mercado que as padarias passaram a ocupar nos últimos tempos, que vai muito além do simples pão. “Há uma variedade de serviços. Tem o almoço completo, para ninguém precisar ir para a cozinha ou enfrentar a fila nos restaurantes, tem pizzas. Há espaço também para aqueles que buscam alimentação saudável”, comentou.

Beleza
Um dos setores que também está em alta para o público masculino é o de beleza, dos cuidados com a aparência. “A gente já tem um número expressivo de pais consumindo, frequentando as lojas à procura de um perfume, de algum produto para a barba. Não há mais essa resistência de que este mercado não é para os homens”, ressalta o analista do Sebrae. Vicente lembra, entretanto, que mesmo com as novidades, muitos filhos não querem arriscar e acabam optando pelo caminho “tradicional”: um sapato, uma gravata, uma blusa ou até uma cesta de café da manhã. “O importante é estar com a família nesta data especial”, completa.

Dicas
O analista do Sebrae enumera algumas dicas fundamentais para os pequenos negócios para não perder vendas neste momento. A primeira é estar alerta ao estoque. “É preciso estar atento com o estoque para poder fazer uma promoção, uma campanha e ter produtos de retaguarda e preparar o seu estabelecimento”, explica. Além disso, o gestor ressalta a importância da propaganda, seja pelas redes sociais, pelo WhatsApp ou até pelo carro de som (nas pequenas cidades) para tentar atrair os clientes.

“Um pilar que é importante para o pequeno negócio, é a gestão, entender sobre fluxo de caixa, se você está alinhado com seus fornecedores. Para isso, os empreendedores têm o diversos cursos on-line disponibilizados pelo Sebrae e que vão ajudar a entender cada passo que é necessário ser dado”, orienta Vicente.

Negócios para atender a todo tipo de pai
O Sebrae criou uma página em seu portal que reúne uma série de dicas voltadas para diferentes tipos de pai (Descolado, Nerd, Tradicional e Aventureiro). Mas algumas orientações valem para todo tipo de negócio e podem se aplicadas por empreendedores de qualquer segmento de atividade e perfil.Confira!

Treine a sua equipe
Nessas datas, o volume de clientes costuma ser maior, portanto preparar os colaboradores deve ser uma prioridade. Lembre-se de que um bom atendimento é essencial não só para a satisfação dos clientes, mas também para a fidelização desse público. Características como agilidade, empatia e atenção devem ser reforçadas.

Comunicação visual: faça sua loja ser notada
Investir em uma boa campanha pode ajudar na hora de chamar a atenção dos clientes. Usar redes sociais como o Instagram ou o Facebook para divulgar ofertas e promoções especiais para o dia garante que o público saiba que vai encontrar o serviço que procura. Imagens que representam a família, além de divulgar os serviços e produtos, podem criar um sentimento de afinidade e construir laços com os clientes.

Considere o modelo on-line para atingir mais clientes
Há uma tendência cada vez maior dos consumidores de comprarem a maior parte de seus presentes pela internet, utilizando canais diversos. Seja pela expansão da cobertura de internet, seja pelo número cada vez maior de usuários de smartphones, o fato é que consumir produtos sem sair de casa tem se mostrado uma atividade bastante popular nos dias de hoje.

Nesse sentido, investir no e-commerce pode ser uma boa ideia para quem quer atingir um público ainda maior. Aproveite que a internet é estratégica para a venda de qualquer produto e confira o passo a passo para empreender on-line de maneira eficiente e lucrativa.

Fidelização – a conquista de clientes
Exclusividade e vantagens são bons atrativos para quem quer fidelizar clientes. Por isso, elabore promoções e campanhas voltadas a quem é cliente VIP, por exemplo. Fidelize também quem já é seu consumidor. Envie e-mails com conteúdos relevantes para seus clientes e demonstre como eles são importantes. Além disso, comunique o recebimento de produtos recém-lançados para aumentar as chances de retorno do público.

Confira outras dicas do Sebrae aqui.

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pg-nmga - Cervejas Artesanais – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/cervejarias-artesanais-comemoram-o-dia-internacional-dedicado-a-bebida/Fri, 05 Aug 2022 11:04:44 +0000https://www.bkindex.com/?p=7430Produtores e amantes de cerveja comemoram, nesta sexta-feira (5), o Dia Internacional dedicado à bebida que já tem 10 mil anos de história. A data, criada em 2007 nos Estados Unidos, é celebrada hoje em todo o mundo. O Brasil, segundo levantamento feito em 2021 pela associação que reúne as indústrias do setor, é o 3º maior produtor mundial. São 1.383 empresas (de acordo com o Anuário da Cerveja do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) que comercializaram um total de 14,3 bilhões de litros no ano passado.

Apesar de impulsionarem o número de cervejarias registradas no país, as pequenas indústrias responsáveis pela produção das chamadas cervejas artesanais respondiam, em 2020, por apenas 1% da produção nacional. Segundo a CervBrasil, 59% da produção estão nas mãos das dez marcas mais vendidas do país.

A avaliação do Ministério da Agricultura é que durante a pandemia, com o fechamento de bares e restaurantes, as pequenas cervejarias foram diretamente afetadas. Uma pesquisa feita pelo Sebrae junto à Receita Federal em 2018 identificou que 16% das novas cervejarias abertas no país tinham “artesanal” no registro. Esse percentual caiu em 2020 e 2021 para 12% e 9%, respectivamente, e voltou a crescer este ano com 11%. A volta da atividade econômica com a reabertura do comércio e a retomada do turismo, fruto da campanha de vacinação contra a Covid-19, anima os donos de pequenos negócios do setor.

O analista de Competitividade do Sebrae Alberto Vallim avalia que houve um período de grande crescimento do volume de pequenas cervejarias até 2018. A partir do ano seguinte, entretanto, essa velocidade diminuiu, e com a pandemia essa tendência de desaceleração foi reforçada. Nesse momento, o segmento continua crescendo, mas de forma bem mais lenta.

“O que temos agora é um cenário diferente do início do boom das cervejarias artesanais. Há boas oportunidades por conta da retomada do setor de bares e restaurantes, do turismo e dos eventos e festas. Além disso, há um mercado fidelizado de consumidores que nos últimos anos conheceram as cervejas artesanais e agora priorizam o consumo de produtos de qualidade, diferenciados e feitos localmente”, avalia Alberto.

Apesar disso, o analista considera que ainda há grandes desafios, como um mercado com mais concorrentes, inclusive com grandes marcas que fizeram aquisições de cervejarias artesanais; a diminuição do poder de compra da população; e o aumentos dos custos, especialmente da energia e de insumos importados. Em síntese: “Esse cenário resume as perspectivas para os próximos anos: um mercado em expansão, mas com uma dose maior de complexidade e de risco”, conclui o analista.

Retomada gradual

A empresária Raquel Diehl é uma das sócias da cervejaria Narcose, que fica em Capão de Canoa (RS). O empreendimento foi inaugurado em 2017 pelo pai e hoje é administrado por ela e pelo irmão Daniel, que cuida da produção. Começou com cerca de cinco funcionários, em um espaço onde funcionavam juntas as áreas de produção e venda.

Raquel lembra que a cervejaria estava em pleno crescimento no momento da chegada da pandemia. No primeiro momento, as vendas caíram e, consequentemente, o faturamento da empresa. Para tentar mudar a situação, Raquel fez um curso no Sebrae voltado para a transformação digital. “O Sebrae nos ajudou a criar um catálogo on-line que nós ainda não tínhamos. Além disso, tivemos uma consultoria de marketing digital voltado à conversão de vendas, que ajudou na ideia de estrutura que criamos em torno do site”, explica.

Com a reabertura do comércio, as vendas voltaram a crescer. Hoje, Raquel está otimista, apesar do momento econômico do país. Segundo a empresária, o mercado está reaquecendo aos poucos. Por isso, ela vai continuar com os investimentos para a criação de novos produtos, tocar o dia a dia, adiando, por enquanto, a aplicação de grandes recursos para aumentar a capacidade produtiva.  “A criação de novos produtos e serviços é algo constante na empresa. Ano passado, nós aumentamos a nossa capacidade de produção. Vamos segurar este ano e no próximo, até para colhermos os frutos do que já foi investido”, acrescenta.

Da fazenda para a internet

Em 2014, a jornalista Patrícia Muller se juntou à professora da Universidade de Brasília (UnB) Grace Ghesti para desenvolver uma cerveja que seria comercializada exclusivamente na fazenda da família. A propriedade funciona como pousada e está localizada na Chapada dos Veadeiros, Goiás. A primeira cerveja, feita em pouca quantidade, já se mostrou um sucesso, dando início à Cervejaria São Bento.

De lá pra cá, Patrícia fez vários cursos. O primeiro foi de sommelier de cervejas do Science of Beer Institute, conceituada organização de ensino especialista em cerveja. Em seguida, a empresária foi ao Rio de Janeiro participar de cursos técnicos e, na volta, começou a produzir cervejas de trigo.

A pandemia causada pela Covid-19 trouxe desafios para Patrícia, que não divulgava e nem vendia as cervejas pela internet. Foi durante a Semana de Transformação Digital do Sebrae, em abril de 2020, que ela decidiu mudar e investir na presença digital da marca. Ela conseguiu vender todo o estoque que estava na fazenda desde o momento da decretação do lockdown.

A empresária avalia que o mercado está, aos poucos, voltando à normalidade. De olho no futuro, ela espera que o movimento retome o patamar de antes da pandemia e que haja uma retomada na procura por cervejas mais complexas, com sabores e aromas para um paladar com mais conhecimento. “É o caso de cervejas que não tinham estilos tão conhecidos, mas que tinham o propósito de trazer o público para um mercado rico de aroma e sabor, como é o mercado de cerveja artesanal. Tenho começado a pensar em um lançar produto com mais complexidade, tentar arriscar. Não é o meu próximo lançamento. Ainda estou esperando como o mercado vai estar”, explica.

Empresa valoriza os sabores locais

Em 2009, Normando Campos Siqueira resolveu fazer um curso de produção de cerveja e chamou o pai para acompanhá-lo. Dois anos depois, eles viajaram para a Europa para conhecer as cervejarias de diversos países e voltaram para o Brasil com a ideia de abrir uma empresa com o conceito de “cervejaria de fazenda”. Em 2014, nasceu a Uaimií. A expressão significa Nascente do Rio das Velhas, em tupi-guarani, e é uma homenagem às águas que banham os arredores da Estrada Real, onde fica a fazenda da família. A cervejaria começou com a fabricação de cinco rótulos.

“Cada uma com o nome de personagens da história da região”, conta Normando. A escolha do empresário para ganhar mercado foi trabalhar o fortalecimento da marca. “Nós apostamos no nosso terroir (a fazenda e o ecossistema local) para vender uma experiência dentro da cervejaria. Além disso, temos energia solar, reaproveitamento da água e realizamos a transformação do bagaço em insumos e adubo para a própria fazenda”, relata. De lá para cá, o número de rótulos fabricados aumentou. A cervejaria lançou duas cervejas com nomes de flores e mais três com nomes de animais que vivem na região da Bacia das Velhas. Atualmente, a produção é de 15 mil litros por mês, que são destinados predominantemente ao mercado mineiro.

Segundo Normando, a situação das cervejarias em geral é muito emblemática por causa da forte tributação. “São muitos tributos que não deixam a gente crescer. As novas cervejarias pressionam e somos esmagados pelas grandes”, avalia. O empresário conta que as cervejarias de Minas Gerais se uniram e criaram, com a ajuda do Sebrae, uma associação: a Amacerva. Essa união, comenta, ajudou a melhorar as condições do mercado.

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