pg-nmga - Parcelado Sem Juros – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasFri, 12 Jan 2024 12:52:10 +0000pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.4.3pg-nmga - Parcelado Sem Juros – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/em-defesa-do-parcelado-sem-juros/Fri, 12 Jan 2024 12:47:11 +0000https://www.bkindex.com/?p=19674Temos assistido nas últimas semanas a um debate que pode ser desastroso para a economia e exige nosso firme posicionamento. Há uma campanha em andamento que tem como objetivo atacar uma conquista histórica dos brasileiros: o parcelado sem juros. Todos conhecem bem essa modalidade. Ela acontece quando o consumidor compra um bem ou contrata um serviço e tem a possibilidade de parcelar o valor no cartão de crédito, sem pagar juros.

Muita gente só consegue realizar sonhos graças a esse mecanismo. O parcelado sem juros é bom para quem compra e bom para quem vende. Ajuda a girar a economia e, comisso, contribui para a criação de empregos. Para se ter uma ideia, o parcelamento sem juros movimenta R$ 1 trilhão, correspondente a 10% do PIB do país, além disso, nove em cada dez varejistas no Brasil adotam o parcelamento sem juros no cartão para efetivar ao menos parte de suas vendas, de acordo com pesquisa da CNC.

O Sebrae vem monitorando a discussão de limitar o número das par celas sem juros e a ameaça de extinguir essa possibilidade ao consumidor. O nosso posicionamento é que nada justifica a extinção dessa modalidade, pois a proposta não encontra amparo técnico.

Os pequenos negócios respondem por 94% dos CNPJs em atividade no país. De cada dez empregos gerados, sete são do segmento. Em 2023, o país contabilizou1, 6 milhão de novos empregos. Desse universo, os pequenos negócios contribuíram com o saldo de 1, 1 milhão de carteiras assinadas, o que representa 71% do total. Para todo esse pessoal que está na batalha para fazer nossa economia voltar a crescer, o parcelado sem juros é uma ferramenta fundamental. É uma questão de cidadania.

O parcelamento com taxação é inimaginável frente às naturais dificuldades econômicas enfrentadas pelo setor na voracidade própria do mercado. Os pequenos precisam ser protegidos para continuar tracionando a economia brasileira.

Sabe-se que os empreendedores possuem dificuldades reais para obter crédito nos bancos. E o cartão de crédito, em especial, na modalidade com parcelamento sem juros, vem sendo uma das principais opções.

À frente do Sebrae, porta-voz do empreendedorismo no Brasil, sinto-me na obrigação de assumir a defesa do parcelado sem juros. Estamos ao lado do presidente Lula e de Geraldo Alckmin na guerra contra os juros altos e pelo constante crescimento da economia, que vive um excelente momento, com inflação controlada, PIB de 3% e queda significativa na taxa de desemprego, para 7, 7%, o nível mais baixo desde 2013. Além do superávit na balança comercial de US$ 2,2 bilhões na primeira semana de janeiro de 2024.

Defendemos um ambiente de negócios moderno, competitivo e simplificado, para que as micro e pequenas tenham condições de trabalhar e alcançar a prosperidade. Não aceitaremos ataques ao parcelado sem juros. Essa é uma ferramenta importante para todos aqueles que acordam cedo e trabalham duro. O parcelado sem juros é uma conquista e deve ser mantido.

O parcelamento com taxação é inimaginável frente às naturais dificuldades econômicas enfrentadas pelo setor na voracidade própria do mercado. Os pequenos precisam ser protegidos para continuar tracionando a economia brasileira

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pg-nmga - Parcelado Sem Juros – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/economia-e-politica/pequenos-negocios-serao-beneficiados-com-a-manutencao-do-parcelamento-sem-juros/Fri, 22 Dec 2023 00:27:04 +0000https://www.bkindex.com/?p=19425O parcelamento sem juros das compras no cartão de crédito vai continuar. Nesta quinta-feira (21), o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu por não alterar a questão. O Sebrae é uma das 11 entidades que integram a campanha “Parcelo Sim!”, em defesa da manutenção do modelo. Caso fosse aprovado o fim da modalidade, a decisão afetaria diretamente os pequenos negócios do país. Isto porque grande parte dos varejistas no Brasil adotam o parcelamento no cartão para efetivar ao menos parte de suas vendas.

O presidente do Sebrae, Décio Lima, comemorou a continuidade da modalidade. “Entendemos que é um modelo que beneficia a população, que pode continuar consumindo, e os empreendedores, que utilizam a modalidade para ganhar fôlego. Essa é uma ferramenta de crédito insubstituível, por ser a única sem juros no país”, afirmou. “Vamos continuar mobilizados para que essa conquista da população permaneça por muito tempo”, completou.  O tema voltará a ser discutido em 2024, possivelmente em consulta pública organizada pelo CMN.

Levantamento do Instituto Locomotiva mostra que cerca de 115 milhões de brasileiros só conseguiram conquistar seus sonhos até hoje porque puderam comprar nessa modalidade. O cartão de crédito também é usado por 39% dos donos de pequenos negócios como modalidade de financiamento (pesquisa “Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil”, realizada pelo Sebrae). No total, o parcelamento sem juros movimenta R$ 1 trilhão, correspondendo a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Mais de 524 mil pessoas já assinaram o abaixo assinado em defesa do parcelado sem juros por meio da plataforma do movimento “Parcelo Sim!”: https://www.bkindex.com/

Rotativo

A reunião desta quinta-feira também aprovou a regulamentação que propõe um teto de 100% (dobro) de juros para o rotativo do cartão de crédito que começa a vigorar em 1º de janeiro do próximo ano. Atualmente, os juros alcançam ao redor de 450% ao ano.

“Estão valendo as regras normais do cartão de crédito, o parcelado sem juros, que está todo mundo familiarizado. A única mudança que entra em vigor no começo do ano que vem é que, para toda e qualquer contratação, os juros estão limitados ao valor do principal”, explicou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após a reunião.

O presidente do Sebrae  destacou que o limite estipulado de juros no teto de 100%   é favorável aos pequenos negócios e consumidores.  “Estamos vigilantes sobre esse  assunto”.

Saiba mais

Em 3 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei que regulamentou o Desenrola Brasil, programa que prevê a renegociação de dívidas e visa a criar uma solução para baixar os juros do cartão de crédito, o chamado rotativo. Para isso, o Congresso estipulou um prazo de 90 dias para que bancos elaborassem uma autorregulamentação sobre o tema. Como não houve uma proposta viável, a dívida no cartão não pode ser maior que 100% do bem.

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pg-nmga - Parcelado Sem Juros – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/economia-e-politica/campanha-publicitaria-do-sebrae-defende-pequenos-negocios-e-manutencao-do-parcelamento-sem-juros-no-cartao/Tue, 12 Dec 2023 14:05:49 +0000https://www.bkindex.com/?p=19113O Sebrae lançou nesta semana uma campanha em defesa da manutenção do modelo de parcelamento das compras no cartão de crédito. O assunto vem sendo objeto de discussões por parte da direção do Banco Central, que cogitou a possibilidade de limitar essa forma de pagamento.

Para o Sebrae, o parcelamento sem juros no cartão é um instrumento indispensável para a economia do país. Somente em 2022, esse modelo movimentou mais de R$ 1 trilhão, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). O parcelamento sem juros no cartão permite que os consumidores adquiram um produto ou serviço em condições que se encaixam em seu orçamento e, para o empreendedor, funciona como uma linha de crédito para capital de giro mais barata.

Segundo o presidente da instituição, Décio Lima, o acesso a crédito no Brasil ainda é um grande entrave que impede o desenvolvimento econômico e social de forma mais vigorosa e sustentável, tanto para as empresas quanto para as famílias. “Precisamos dar garantia para que as micro e pequenas empresas tenham longevidade e segurança. O parcelamento com taxação é inimaginável frente às naturais dificuldades econômicas enfrentadas pelo setor na voracidade própria do mercado. Os pequenos precisam ser protegidos para continuar tracionando a economia brasileira”, argumenta Lima.

É preciso corrigir o problema dos juros, mas, ao mesmo tempo, não criar outros.
Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

A campanha publicitária do Sebrae lembra que somente quem está atrás do balcão de uma pequena empresa sabe que é dividindo no cartão que muitos brasileiros conseguem pagar produtos e contratar serviços. Acabar com o parcelamento sem juros vai gerar um impacto direto sobre os pequenos negócios, defende o Sebrae.

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pg-nmga - Parcelado Sem Juros – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/economia-e-politica/sebrae-endossa-campanha-a-favor-do-parcelamento-sem-juros/Tue, 21 Nov 2023 16:12:41 +0000https://www.bkindex.com/?p=18562O Sebrae é uma das 11 entidades que integram a campanha “Parcelo Sim!”, em defesa do Parcelamento Sem Juros (PSJ). O objetivo da ação é preservar uma conquista histórica dos consumidores, somando o maior número possível de assinaturas contra a medida que está em análise pelos bancos. O movimento pretende sensibilizar os Poderes Executivo e Legislativo para evitar que a medida siga em discussão – ela afetaria diretamente os pequenos negócios do país: cerca de 90% dos varejistas no Brasil adotam o parcelamento no cartão para efetivar ao menos parte de suas vendas.

Para participar do abaixo-assinado, acesse:https://www.bkindex.com/

“O parcelado sem juros é bom para quem compra e é bom para quem vende. A maioria dos empreendedores usa essa modalidade para ganhar fôlego no capital de giro. Ao consumir, boa parte dos brasileiros utiliza esta ferramenta de crédito insubstituível por ser a única sem juros no país”, defende o presidente do Sebrae, Décio Lima.

Vamos mobilizar a população para participar do abaixo-assinado em defesa desse direito. Ninguém pode mexer no parcelado.

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

Cliqueaqui e assista a um vídeo do presidente Décio Lima. 

O cartão de crédito também é usado por 39% dos donos de pequenos negócios como modalidade de financiamento. O índice contrasta com a proporção de empresários que buscam empréstimos em bancos privados (7%) ou públicos (4%). Os dados são da pesquisa “Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil”, realizada pelo Sebrae. As informações sinalizam a dificuldade de acesso a crédito junto ao sistema financeiro.

Outros dados

  • O parcelamento sem juros movimenta R$ 1 trilhão, correspondendo a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
  • De acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), essa modalidade de pagamento é adotada por 90% dos varejistas;
  • O Instituto Locomotiva revelou que quase 115 milhões de brasileiros (78%) só conseguiram conquistar seus sonhos até hoje porque puderam comprar nessa modalidade.
  • A pesquisa mostra que 42% das pessoas reduziriam seus gastos pela metade sem o PSJ.
  • Segundo o Datafolha, 75% da população fez uso do crédito parcelado sem juros em 2022.

A campanha está presente no site parcelosim.com.br e nas redes sociais Facebook, Instagram, YouTube e TikTok (@parcelo_sim).

Integram o movimento “Parcelo Sim!”:

  • Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD)
  • Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL)
  • Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings (ABLOS)
  • Associação Brasileira de Academias (ACAD)
  • Associação de Lojistas do Brás (Alobras)
  • Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)
  • Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São
  • Paulo (Fecomercio-SP)
  • Parcele na Hora
  • Proteste
  • Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)
  • União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (UNIVINCO)

Saiba mais

Em 3 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei que regulamentou o Desenrola Brasil, programa que prevê a renegociação de dívidas e visa a criar uma solução para baixar os juros do cartão de crédito, o chamado rotativo. Para isso, o Congresso estipulou um prazo de 90 dias para que bancos elaborassem uma autorregulamentação para isso. Após o prazo, caso não haja uma proposta viável, a dívida no cartão não pode ser maior que 100% do bem. Para baixar os juros do rotativo, os bancos defendem que o PSJ seja limitado ou até extinto.

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