pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.comAcesse conteúdos jornalísticos, nos mais variados formatos, focados na informação como aliada das micro e pequenas empresasFri, 23 Feb 2024 13:01:59 +0000pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.4.3pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/estrategias-de-marketing-sao-capazes-de-aprimorar-relacionamento-com-cliente/Fri, 23 Feb 2024 13:01:59 +0000https://www.bkindex.com/?p=20434A célebre frase “Não encontre clientes para os seus produtos. Encontre produtos para os seus clientes” é atribuída ao americano Seth Godin, considerado um dos principais nomes do marketing atual. Em poucas palavras, ele destaca a importância de entender e atender às necessidades, preferências e expectativas dos clientes como um diferencial competitivo para a sustentabilidade dos negócios.

Nesse contexto da Era do Cliente, antigas e eficazes táticas de marketing têm sido aprimoradas com o uso da tecnologia, tendo em vista que os canais de venda e o relacionamento com o cliente se digitalizaram. A panfletagem, por exemplo, utilizada como estratégia de divulgação se tornou mais eficaz com o uso do e-mail marketing direcionado, a partir da captação deleads por meio de ferramentas digitais.

De acordo com coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae, Ivan Tonet, o empreendedor deve ter em mente que o cliente precisa ser considerado como único, independente do canal que utiliza para acessar o negócio. Ele destaca ainda que é preciso considerar o uso da tecnologia como um aliado para potencializar o relacionamento e atendimento com o cliente, bem como um facilitador da gestão do negócio.

“É importante que o empreendedor faça uso da tecnologia em uma relação ganha-ganha com o cliente. Não faz sentido colocar o preço do produto diferente na loja virtual e na loja física, por exemplo. Pode acontecer do cliente ir à loja para conferir o produto e preferir comprar pela internet, o que traria mais ônus para o empreendedor com a logística de entrega”, explica.

Tonet acrescenta que o dono do pequeno negócio deve aproveitar o contato presencial para coletar dados do cliente da mesma forma que é feito em compras on-line. “Não dá para deixar o cliente sair da loja sem captar informações sobre ele, suas preferências e hábitos de compra. Isso traz benefícios em termos de reconhecimento e direcionamento do consumo, por meio da personalização da experiência do cliente”, complementa.

Em Campos dos Goytacazes (RJ), a Inspiradora Home é um exemplo de pequeno negócio que foca no cliente desde a sua criação. Antes de começar a vender peças e louças para composição de mesas postas, a empreendedora Elaine Emerick trabalhava com ambientação de eventos. A partir dofeedback dos clientes, interessados em comprar os produtos, ela enxergou uma nova oportunidade de negócio.

Durante a pandemia, ela investiu na realização de lives que foram um sucesso com vendas de 400 peças em uma única transmissão ao vivo. Com o crescimento da empresa, a empreendedora montou uma loja física e deixou osite como vitrine. Além disso, ampliou seu alcance no ambiente digital com a criação de um canal no Youtube, onde ensina os clientes a montarem a mesa para receber parentes e amigos em uma cozinha/cenário que ela construiu.

Para atrair a atenção dos clientes com exclusividade, Elaine também montou um “clube de louça”, que funciona como um grupo de compras coletivas, com descontos e sorteios. “É mais um mimo que damos para os nossos clientes”, conta.

Confira abaixo algumas dicas e orientações para potencializar as estratégias de marketing com foco no cliente:

  1. Faça pesquisas para entender às necessidades dos seus clientes
    Solicitefeedback regularmente por meio de pesquisas de satisfação e avaliações, inclusive on-line. Mostre que valoriza a opinião do cliente implementando melhorias com base nos comentários recebidos. Isso não só ajuda a identificar áreas de melhoria, mas também gera ideias para novos produtos ou serviços.
  2. Crie grupos de fidelidade com recompensas atraentes
    A forma de recompensar clientes frequentes, incentivando-os a realizar compras com maior recorrência, também foi aprimorada com uso de tecnologias digitais. O uso de aplicativos de fidelidades, cartões virtuais e criação de grupos de clientes exclusivos em aplicativos de mensagens são recursos muito utilizados para valorizar a experiência do cliente.
  3. Avalie a possibilidade do uso de influenciadores digitais para se comunicar com o seu público-alvo
    O chamado marketing de influência está a cada dia mais presente nas ações de marketing das empresas. Pesquisas apontam que os influenciadores digitais só perdem para os amigos e familiares no ranking do poder de tomada de decisão de compra de um produto ou serviço. Avalie a possibilidade de fazer parcerias com nano ou microinfluenciadores que podem oferecer um custo-benefício melhor para o seu pequeno negócio.

Esta matéria faz parte de uma série de reportagens da pg-nmga com foco no atendimento ao cliente.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/inovacao-e-tecnologia/pequenos-negocios-do-rio-de-janeiro-utilizam-cada-vez-mais-canais-digitais-para-vendas/Thu, 15 Feb 2024 20:00:11 +0000https://www.bkindex.com/?p=20345Os empreendedores, de forma geral, estão investindo cada vez mais nas estratégias digitais para alavancar negócios. O uso dos celulares virou hábito para os empreendedores e mais de 98% usam e acessam internet pelo aparelho. Por conta do uso da tecnologia, WhatsApp, Instagram e Facebook são os principais meios digitais utilizados pelos pequenos negócios do Rio de Janeiro para vendas, além de 63% terem conta no Instagram; 40,6%, no Facebook;  4,9%, no TikTok; 4,3%, no LinkedIn; e 11,6% possuem site próprio. É o que aponta pesquisa “Transformação Digital nos Pequenos Negócios”, do Sebrae, com base nos dados da Pnad-C.

Dentre os serviços oferecidos aos clientes pelas redes sociais, os empreendedores disponibilizam catálogo, preços e personalização de produtos ou serviços, espaço para reclamação ou sugestões e Fale Conosco. Por conta disso, os canais digitais representam 38,6% das vendas para até 40% dos empreendedores, 20,4% entre 41% a 80% das vendas; 18,6% entre 81% a 100% e para 15,4% não representam diferença nas vendas dos seus produtos e serviços.

Em relação aos processos tecnológicos adotados nas empresas, a pesquisa abordou que 46,4% utilizam software de gestão; 29,7% utilizam ferramenta de gestão de clientes; 35,4% utilizam propagandas pagas pelas redes sociais; 53,2% utilizam WhatsApp for Business; 25,5% utilizam Google Meu Negócio; e 15,6% utilizam automação de processos.

“Os empreendedores possuem uma capacidade de se adaptar e adotar novas tecnologias. Essa estratégia acaba virando um diferencial competitivo e essas empresas passam a se destacar no mercado, sem limite de hora ou território. O uso adequado de ferramentas digitais trará resultados mensuráveis e com engajamento qualificado para a empresa. A pesquisa indicou que 58% dos empreendedores realizaram alguma capacitação on-line. Para realização desses cursos os meios utilizados são o computador, celular, aplicativo de curso e WhatsApp ou Telegram”, destaca Raquel Abrantes, gerente de Inovação e Soluções do Sebrae Rio.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/economia-e-politica/neoindustrializacao-nova-plataforma-abre-inscricoes-para-200-mil-micro-pequenas-e-medias-empresas-industriais/Wed, 31 Jan 2024 17:39:22 +0000https://www.bkindex.com/?p=20064Micro e pequenas empresas industriais que desejam ampliar sua produtividade e competitividade já podem se inscrever na nova plataforma do Brasil Mais Produtivo, apresentada nesta quarta-feira (31). A partir de 2024, o programa inicia nova fase com foco na transformação tecnológica das empresas. Serão destinados à iniciativa mais de R$ 2 bilhões dos R$ 300 bilhões previstos para o Nova Indústria Brasil, divulgado pelo governo federal e com a coordenação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

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A expectativa é engajar até 200 mil empresas pela plataforma e atender direta e presencialmente mais de 93 mil até 2027 em uma jornada de produtividade e transformação digital.

A nova fase do programa é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em uma parceria inédita entre o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Empresa Brasileira de Inovação Industrial (Embrapii) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES).

O vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, destacou a necessidade de melhorar a competitividade dos pequenos negócios. Foto: Larissa Carvalho.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou a necessidade de as pequenas indústrias se tornarem mais competitivas. “O mundo vai ter que descabornizar e o Brasil é o grande protagonista em inúmeras rotas tecnológicas. Teremos uma oportunidade importante de nos reindustrializarmos”, comentou.

Vamos nos empenhar o mais rápido possível para fazer que a pequena empresa tenha mais oportunidade, gerar riqueza e trabalho para o nosso país.

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do MDIC.

“Estamos juntando aqui dois craques, Sebrae e Senai, para ir à empresa ou pela plataforma digital fazer o diagnóstico correto, identificar o gargalo, verificar onde pode ter um salto de produtividade”, ressaltou Alckmin, ao explicar que o aumento da produtividade é um dos focos da neoindustrialização, ao lado da descarbonização, inovação e exportação.

Presidente do Sebrae, Décio Lima, ao lado do vice-presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin. Foto: Charles Damasceno.

“A neoindustrialização é um marco histórico para dizer que o Brasil é um país desenvolvido, soberano e capaz de resolver os abismos sociais no nosso país”, ressaltou o presidente do Sebrae, Décio Lima.

Pela primeira vez, estamos em uma sinergia com órgãos fundamentais para a construção desse processo que é imperativo para a economia brasileira, que trará inovação, sustentabilidade e inclusão.

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional.

O ministro Márcio França apontou o potencial da plataforma para tirar empreendedores da informalidade. Foto: Larissa Carvalho.

Por sua vez, o ministro Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França, destacou que a plataforma será uma oportunidade para atrair a confiança dos milhões de empresas que estão na informalidade. “A iniciativa de criar a plataforma tem que vir incorporada, unificada, em poucas palavras, com o objetivo de apoiar essas pessoas. E o Sebrae tem essa facilidade. É a porta em que as pessoas confiam. Os empregos que precisamos estão aqui”, afirmou.

Parceiros

Gustavo Leal, do Senai, também destacou os aspectos positivos do programa, como a digitalização. Foto: Larissa Carvalho.

Para o diretor geral do SENAI, Gustavo Leal, o programa e a Plataforma de Produtividade representam uma oportunidade para as micro, pequenas e médias indústrias brasileiras se tornarem mais competitivas. “Esse programa é multifacetado, desde a digitalização à requalificação profissional. É um programa que tem características únicas e uma escala única. É importante reconhecermos o quanto o ministério foi ousado na composição desse programa, além do trabalho em conjunto, que será capaz de fazer grande diferença para a economia.”

A presidente da ABDI, Cecilia Vergara, reforçou que o lançamento da plataforma marca um dia muito importante para o Brasil Mais Produtivo. “Para a ABDI é uma honra participar dessa iniciativa e ser responsável pela gestão operacional do programa. Nosso time segue trabalhando para consolidar o Brasil Mais Produtivo como o maior e mais impactante programa de aumento de produtividade do país, voltado para micro, pequenas e médias empresas. Tenho certeza de que estamos no caminho certo”, disse.

“O Plano Mais Produção busca pavimentar os caminhos para uma indústria mais inovadora e digital, mais verde, mais exportadora e mais produtiva. O Novo Brasil Mais Produtivo é um pilar essencial da estratégia de neoindustrialização nacional, por meio da digitalização de processos básicos e da inserção de novas tecnologias com foco em pequenos negócios”, afirmou José Luis Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES. “A plataforma é uma complementaridade do NIB, um esforço do governo e do setor produtivo brasileiro para aumentar a inovação nas empresas. A Finep faz parte deste grande movimento pelo Brasil”, pontua Celso Pansera, presidente da Finep.

“A Embrapii se soma a esse esforço, por meio do desenvolvimento de tecnologias apropriadas aos desafios diagnosticados na plataforma, disponibilizando a sua rede de ICTs com expertise nas mais diversas áreas de competência tecnológica, para impulsionar a competitividade dos pequenos negócios no mercado”, disse o presidente da Embrapii, Chico Saboya.

Como vai funcionar

A inscrição é a porta de entrada no novo Brasil Mais Produtivo, que oferecerá um ciclo completo de conhecimento, com acesso gratuito a cursos, materiais e ferramentas sobre gestão e produtividade, entre outros temas. A partir daí, as empresas participantes poderão entrar em uma jornada rumo à transformação digital, seguindo uma trilha de aperfeiçoamento definida a partir das necessidades diagnosticadas no início do processo.

No programa, as empresas passarão pelo aperfeiçoamento de suas práticas, com foco em melhoria de gestão, inovação, mercado, manufatura enxuta, eficiência energética, transformação digital, buscando aumento de produtividade e competividade. A partir de 2024, as empresas terão atendimento integrado do Sebrae e do SENAI. Também está previsto o acesso a crédito com juros baixos ou recursos não-reembolsáveis para adoção de tecnologias ligadas à indústria 4.0 e às smart factory, ou as fábricas inteligentes. O objetivo é transformar digitalmente 90% das pequenas empresas industriais.

A plataforma é a primeira etapa da ação, cujas metas iniciais preveem o acompanhamento de 93 mil empresas. O programa abrange outras três categorias. Dessas, 50 mil receberão orientações, diagnósticos e planos de melhorias, entre outros instrumentos de apoio do Sebrae, como o acompanhamento dos Agentes Locais de Inovação (ALI), previsto nesta fase.

Após esta fase, 30 mil negócios deverão obter atendimento integrado com consultorias e educação em Manufatura Enxuta ou Eficiência Energética. Por fim, soluções de transformação digital serão implementadas em 8,4 mil micro, pequenas e médias indústrias e 1,2 mil médias empresas do setor contarão com o plano de acesso a cursos de pós-graduação um plano completo de transformação digital: da elaboração do projeto de investimento ao acompanhamento de implantação. Na modalidade, 360 empresas industriais receberão apoio do SENAI com o desenvolvimento de novas tecnologias.

Nova era da industrialização

O Novo Brasil Mais Produtivo está alinhado às diretrizes da nova política industrial brasileira, lançada pelo governo federal no último dia 22. A Nova Indústria Brasil (NIB) é lastreada em seis missões voltadas para o crescimento do país e a melhoria da qualidade de vida da população. A missão 4, que prevê a transformação digital da indústria para ampliar a produtividade, engloba investimentos na indústria 4.0. O objetivo é promover um salto de digitalização das empresas industriais brasileiras (de 23,5% digitalizadas, atualmente, para 90%), além de triplicar a participação da produção nacional nos segmentos de novas tecnologias até 2033.

Em meados de novembro, foi lançado o novo Brasil Mais Produtivo com a meta de alcançar 200 mil empresas até 2027, sendo 93,1 mil atendimentos nos próximos três anos. Nesta nova fase, o programa coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), em parceria com o Sebrae, SENAI e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), foi ampliado com a chegada de mais parceiros estratégicos. São eles: BNDES, Finep e Embrapii.

Com isso, o programa Brasil Mais Produtivo entra em nova fase e se prepara para promover um salto tecnológico das micro e pequenas empresas (MPEs) industriais do país, após três anos de execução. Iniciado em plena pandemia, a iniciativa levou inovação para pequenos negócios do comércio, serviço e indústria que precisavam se adaptar às mudanças e desafios do momento. No período, o Brasil Mais Produtivo atuou para melhorar a competitividade de mais de 150 mil MPEs pelo país, em mais de 3 mil municípios, para identificar os gargalos na produtividade e rapidamente implementar soluções de alto impacto e baixo custo.

Para isso, as empresas receberam acompanhamento técnico dos Agentes Locais de Inovação (ALI), bolsistas que atuam sob orientação do Sebrae. Nesse período, essas empresas tiveram ganhos de performance com aumento médio de 22,7% na produtividade e crescimento médio de 8% no faturamento. O diferencial do programa é o acompanhamento in loco, oferecendo soluções para sanar as maiores “dores” do empresário naquele momento. No ano passado, o programa se aperfeiçoou para atender demandas voltadas à transformação digital dos pequenos negócios.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/economia-e-politica/nova-politica-industrial-se-desdobra-na-transformacao-digital-dos-pequenos-negocios/Wed, 31 Jan 2024 13:42:24 +0000https://www.bkindex.com/?p=20040A Nova Política Industrial proposta pelo governo brasileiro, intitulada Nova Indústria Brasil, emerge de um profundo debate junto ao setor produtivo do país como instrumento para reverter o cenário da desindustrialização enfrentado nas últimas décadas. A iniciativa, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, representa uma oportunidade histórica para impulsionar a indústria nacional até 2033, priorizando a sustentabilidade e a inovação. Serão investidos R$ 300 bilhões, cabendo à política de neoindustrialização nortear o investimento.

Um dos pontos de destaque e que fazem desse plano algo inédito é a atenção direcionada às micro, pequenas e médias empresas, que, ao longo da história, estiveram à margem de boa parte das políticas públicas voltadas ao setor. O governo Lula reconhece o papel crucial dessas empresas no desenvolvimento socioeconômico do país, sendo responsáveis por uma proporção essencial dos empregos e agentes ágeis e inovadores na diversificação do setor industrial.

Por isso, o plano tem como meta engajar, no primeiro momento, 200 mil dessas empresas ao longo de quatro anos, aumentando sua produtividade em 20%. Essa abordagem fortalece a base produtiva, estimula a geração de riqueza, ao mesmo tempo em que cria empregos de qualidade. A transformação digital é um dos pilares da nova política, um caminho sem volta, que visa transformar digitalmente 90% das empresas industriais brasileiras. Serão R$ 2 bilhões de investimentos para transformação digital.

O Sebrae está participando ativamente desse processo. A iniciativa abraça a indústria 4.0, fomentando o desenvolvimento de produtos digitais e a produção nacional de semicondutores. O governo busca não apenas modernizar a indústria, mas também triplicar a participação da produção nacional de novas tecnologias. A desburocratização é mais uma frente da Nova Indústria Brasil, com 41 projetos voltados para a melhoria do ambiente de negócios. Essa medida é essencial, principalmente para as MPE, que enfrentam grandes desafios para ampliar sua produtividade. Isso representa melhorar a gestão, implantar eficiência energética, tornar a empresa mais competitiva.

Décio Lima, presidente do Sebrae Nacional. Crédito: Larissa Carvalho.

As metas de transição para a bioeconomia e a redução das emissões de carbono estão integradas aos objetivos de ampliar em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes e reduzir em 30% as emissões de carbono da indústria nacional. Além de atender as demandas globais por práticas mais sustentáveis, o compromisso com a sustentabilidade posiciona a indústria brasileira como força inovadora e responsável no cenário internacional.

A iniciativa do governo é um passo estratégico na direção de elevar as micro e pequenas indústrias brasileiras ao papel de protagonistas que lhes pertence. Ao olhar com atenção diferenciada para as necessidades desse segmento, o país promove as bases para um futuro mais promissor e sustentável.

Com a implementação efetiva dessa política, será possível vislumbrar um horizonte em que os pequenos negócios não apenas sobrevivem, mas prosperam, potencializando ainda mais a retomada do crescimento do Brasil com distribuição de renda e oportunidades para todos.

Será apresentada hoje a Plataforma da Produtividade, ferramenta de acesso ao novo Brasil Mais Produtivo, programa voltado ao aumento de produtividade e de competitividade de micro, pequenas e médias empresas e que faz parte do projeto de neoindustrialização do governo federal. O lançamento marca a abertura das inscrições e o início de nova fase do B+P, que, a partir deste ano, terá foco na transformação tecnológica das empresas.

A jornada de atendimento às empresas terá execução do Sebrae e do Senai, voltada à melhoria de gestão, inovação, mercado, manufatura enxuta, eficiência energética e transformação digital. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) se somam ao programa.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/inovacao-e-tecnologia/sebrae-minas-abre-inscricoes-para-novo-ciclo-do-ali-produtividade-e-ali-transformacao-digital/Thu, 04 Jan 2024 11:00:15 +0000https://www.bkindex.com/?p=19539Donos de micro e pequenas empresas de Minas Gerais podem se inscrever até o fim de janeiro para o último ciclo dos programas ALI Produtividade e ALI Transformação Digital. A iniciativa gratuita é realizada pelo Sebrae Minas e integra desde 2019 as ações do Programa Brasil Mais Produtivo, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As inscrições serão feitas por meio de formulário.

O ALI Produtividade e o ALI Transformação Digital têm o intuito de estimular o aumento da produtividade e faturamento dos pequenos negócios e da inovação dos processos, produtos e/ou serviços, por meio de atividades de orientações e atendimento personalizado durante a jornada de seis meses. Bolsistas em todo o estado ficarão responsáveis pelo acompanhamento, consultoria e relacionamento das empresas inscritas que participarão dos encontros.

Ao todo, serão 3 mil vagas para empreendedores mineiros nas duas modalidades. Podem participar empresas dos setores do Comércio, Serviços ou Indústria, com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões, com exceção dos microempreendedores individuais (MEI).

Entre as atividades previstas, as empresas selecionadas recebem acompanhamento e passam por diagnóstico e mapeamento inicial de um dos Agentes Locais Local de Inovação (ALI), que as orientam mapeando os principais desafios, realizando protótipos ou testes, identificando soluções tecnológicas, contribuindo para assimilar o processo em métodos ágeis e identificando soluções sob medida, de acordo com as necessidades do negócio.

“Minas Gerais é atualmente um dos estados cujas empresas apresentaram melhores performances em seus resultados depois de participarem do programa. As modalidades são aderentes a qualquer tipo de setor, pois trabalham conjuntamente uma visão na redução de gastos, implementação de custos, melhorias e foco na inovação. O intuito é que os empresários tenham um ganho de aprendizado com metodologias para implantar soluções viáveis para seus negócios, além de atender a outras necessidades e ganhos de produtividade”, ressalta analista do Sebrae Minas Bruno Falci.

Ganho de produtividade

De acordo com levantamento feito pelo Sebrae Minas, o programa ALI contribuiu para um aumento médio de até 9% do faturamento e até 22% da produtividade das empresas que concluíram as modalidades. Desde 2020, mais de 100 mil empreendedores de todos os segmentos, em todo o estado, já foram atendidos com as soluções do programa. No ALI transformação Digital, os participantes recebem um subsídio de até R$ 2 mil para a aquisição de uma ferramenta tecnológica.

Crescimento

A empresária Dayana Gontijo esteve presente no terceiro ciclo do ALI Produtividade e do ALI Transformação Digital, e o programa foi essencial para que ela começasse a repaginar seu negócio. Proprietária da rede de distribuidora de bebidas Lider Beer há sete anos, com três unidades em Betim, Dayana percebeu que havia chance de crescimento nas empresas ao participar das capacitações.

“Encontramos novos canais de vendas e melhoramos nossa maneira de gestão. Embora a saúde financeira da empresa se mantivesse bem, identificamos que havia a necessidade de reabilitar o delivery. Por meio do programa, percebemos ainda que precisávamos de um software de gestão empresarial que centralizasse todos os dados das lojas. Com ele, conseguimos fazer a administração de todos os pagamentos, recebimentos e ter visão estratégica da empresa”, afirmou a empresária.

Sócia do Espaço Caracóis Cachos LTDA, em Contagem, que oferece produtos e serviços de beleza, Viviana Gonçalves participou do primeiro ciclo do ALI Produtividade e do segundo do Ali Transformação Digital. As metodologias foram importantes para a organização da empresa.

“Estamos em um momento de mudanças na empresa e precisávamos avaliar os processos e quais caminhos seguir. Com os programas, definimos nossas prioridades e estabelecemos novas experiências nossos clientes. Fizemos várias ações em 2022 para organizar a casa, onde melhoramos inclusive a gestão de pessoas, impactando em nossa equipe de trabalho, e vemos a recuperação do nosso faturamento”, ressaltou a empresária.

Programas ALI Produtividade e Transformação Digital

Inscrições até 31/1 pelo formulário

3 mil vagas ofertadas no estado

Assessoria de Imprensa Sebrae Minas

bkindex.com@hotmail.com

(31) 3379 9271/9275/9279/9139

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/atendimento-do-sebrae-voltado-ao-mercado-digital-atinge-mais-de-105-milhao-de-pequenos-negocios/Tue, 26 Dec 2023 13:50:12 +0000https://www.bkindex.com/?p=19455A atuação do Sebrae tem promovido uma verdadeira transformação digital de milhares de Microempreendedores Individuais (MEI), micro e pequenas empresas de todo o país. Em três anos, mais de 1,05 milhão de atendimentos focados no mercado digital foram realizados pelas equipes do Sebrae – desses, 562 mil foram realizados somente em 2023. O crescimento desse trabalho se deve à estratégia de integração de diferentes áreas ligadas ao tema, como a internacionalização e o mercado B2B (Business to Business), que promove vendas entre empresas.

Além disso, em três anos, ocorreram 2,6 mil participações de consultores e colaboradores do Sebrae em eventos, on-line e presenciais, sobre mercado digital. Desde 2021, essa capacitação já alcançou mais de 5 mil pessoas. O resultado foi muito positivo. Isto porque as 12,6 mil pequenas empresas que já estão nas plataformas de marketplace somam mais de R$ 402 milhões faturados desde 2021. A maior parte ocorreu neste ano, quando foram contabilizados R$ 304 milhões em 2,3 milhões de pedidos atendidos.

O coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae, Ivan Tonet, explica o que fez com que os resultados fossem superiores neste ano. “Iniciamos parcerias e realizamos uma série de iniciativas com grandes atores, como o Mercado Livre, a Amazon, o TikTok, a Meta, GetNinjas e Hotmart. Além disso, investimos na formação de especialistas em empreendedorismo digital e na ampliação do portfólio”, disse.

Tonet lembra também que a atuação do Sebrae está alinhada com as diretrizes traçadas pela Comissão de Tecnologia, Inovação e Transformação Digital do governo federal que tem o objetivo de ampliar a qualificação e a inclusão digital de pequenas e médias empresas: desenvolvimento da infraestrutura, educação e capacitação, melhoria do ambiente de negócios e fomento à inovação.

A comissão reconheceu a liderança e a expertise do Sebrae para a difusão de novas tecnologias e habilidades necessárias para o desenvolvimento das MPE no ambiente digital, seja por sites, plataformas ou redes sociais e orientou o governo federal a construir parcerias com a instituição.

Ivan Tonet, coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae.

O coordenador do Sebrae ressaltou ainda que cresceu o número de conteúdos, consultorias, cursos e eventos disponibilizados sobre o tema, além da inserção das empresas em plataformas de vendas e monitoramento de resultados. Outras ações como lives sobre como vender no digital, o mapa de marketplaces, a calculadora de precificação para vendas em marketplaces e a caixa de ferramentas digitais foram fundamentais para o sucesso dos empreendedores.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/inovacao-e-tecnologia/canais-digitais-respondem-por-mais-de-15-das-vendas-do-comercio-no-terceiro-trimestre-do-ano/Fri, 27 Oct 2023 16:00:43 +0000https://www.bkindex.com/?p=17991Sondagem do Comércio realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) aponta que, mesmo com o fim das restrições sanitárias da Covid-19, muitos consumidores continuam escolhendo canais digitais na hora de comprar. No terceiro trimestre deste ano, 15,1% das receitas do comércio foram obtidas por meio de vendas on-line em sites, aplicativos, e-mails, entre outros canais. O percentual é o maior registrado desde o segundo trimestre de 2021, quando foi de 21,1%, período no qual a pandemia ainda restringia as operações das lojas físicas.

O coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae Nacional, Ivan Tonet, destaca que os números refletem a mudança na cultura do consumidor que está mais digital, mas também são reflexo da maior digitalização das empresas e da melhora da experiência de compra no ambiente virtual.

“As empresas se mobilizaram para utilizar os canais digitais e, ao longo do tempo, se prepararam melhor para atender às demandas desses clientes que procuram mais produtos e em diversidade”, avalia.

O estudo também aponta que nos meses anteriores ao início da crise da pandemia, em 2020, os canais on-line respondiam por 9,2% das vendas – um patamar inferior ao último verificado pela FGV Ibre. Já no segundo trimestre deste ano, o percentual de vendas obtido por meio dos canais on-line estava em 13,1%.

Para aproveitar as oportunidades do comércio on-line, Tonet recomenda que os donos de pequenos negócios, primeiramente, entendam como os canais digitais funcionam e tracem uma estratégia específica para cada um deles, a partir do público-alvo de interesse. “Essa atuação demanda recursos, sejam eles humanos, de tempo, e financeiros, a fim de investir na comunicação, na produção de conteúdo, na divulgação”, acrescenta.

Tonet ressalta que, ao contrário das grandes marcas varejistas, o pequeno negócio oferece produtos mais customizados e um atendimento mais próximo do cliente.

O consumidor consegue falar com pessoas e não com robôs. Consegue fazer trocas com mais facilidade e flexibilidade. Muitas vezes, ao fazer um compra on-line de um negócio mais perto da sua casa, o produto chega muito mais rápido também.
Ivan Tonet, coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae Nacional.

Outra informação destacada pelo FGV Ibre é a queda no percentual de empresas sem nenhuma venda on-line. Do segundo para o terceiro trimestre deste ano, essa proporção recuou de 31,5% para 29,2%. No período pré-pandemia, essa porcentagem estava em 49,7%, ou seja, quase metade das empresas não tinha venda digital antes das restrições sanitárias.

O especialista do Sebrae Nacional reforça que mensurar os resultados é essencial para adquirir aprendizados e retornos. Ele ressalta que as ferramentas disponíveis nos próprios canais ajudam na definição de metas, considerando os indicadores e resultados alcançados.

“A conversão, por exemplo, é um indicador muito importante que influencia no tamanho do investimento que será feito pelo empreendedor. Essa mágica do digital facilita muito o planejamento do negócio, mas o empreendedor precisa testar e conhecer bem os indicadores e os resultados para definir as suas metas”, explica Tonet.

Segmentos em alta

Entre os pequenos negócios, ele acrescenta que alguns segmentos se destacam nas vendas on-line, como é o caso do mercado pet, beleza e moda, saúde, turismo, casa e decoração.

“No caso de beleza e moda, a tecnologia e inteligência artificial tem contribuído muito para facilitar a tomada de decisão do consumidor, com uso de um provador virtual de roupas e até maquiagens, por exemplo”, comenta.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/inovacao-e-tecnologia/inscricoes-abertas-para-jornadas-de-transformacao-para-pequenas-industrias-do-parana/Thu, 31 Aug 2023 20:14:26 +0000https://www.bkindex.com/?p=16382Com o objetivo de impulsionar a competitividade das micro e pequenas indústrias por meio da transformação digital e otimização de processos, o Sebrae/PR, em parceria com o Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Sistema Fiep), vão realizar as Jornadas de Transformação Industrial. As inscrições estão abertas até 13 de outubro e são gratuitas.

Confira o edital aqui.

O programa, que terá um investimento de R$ 5 milhões, vai atender 200 empresas de cinco setores prioritários: alimentos e bebidas, construção civil, madeira e móveis, metalmecânico e vestuário e moda. O Sebrae/PR disponibilizará R$ 3,5 milhões e a Fiep mais R$ 1 milhão. Os R$ 500 mil restantes virão de contrapartidas das empresas selecionadas. Segundo Adriana Kalinowski, consultora do Sebrae/PR, o principal objetivo das Jornadas de Transformação Industrial é aprimorar a competitividade das pequenas indústrias.

“Os empresários selecionados terão acesso a uma jornada de transformação digital, bem como a uma metodologia especialmente desenvolvida para melhorar a qualidade dos produtos e aumentar a eficiência dos processos industriais”.

Para Fabrício Lopes, gerente executivo de Tecnologia, Inovação e Responsabilidade Social do Sistema Fiep, “parcerias como esta entre o Senai e o Sebrae no Paraná possibilitarão que micro e pequenas indústrias do estado impulsionem não só sua produtividade, mas também a competitividade e a inovação por meio de um conjunto de jornadas integradas e modulares”.

A inscrição para o evento de lançamento pode ser feita  neste formulário.

Funcionamento

As Jornadas de Transformação Industrial oferecem às micro e pequenas indústrias um conjunto de trilhas de aprendizado integradas e modulares com foco em: diagnóstico de avaliação da gestão; gestão da qualidade; e produtividade. Cada empresa participante receberá, dentre os atendimentos presenciais e on-line, em média, 120 horas de acompanhamento, incluindo diagnóstico de gestão, implementação de práticas de gestão da qualidade e ferramentas de produtividade.

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/inovacao-e-tecnologia/saiba-como-impulsionar-seu-negocio-com-a-forca-do-digital/Fri, 21 Jul 2023 17:55:23 +0000https://www.bkindex.com/?p=15279Os primeiros resultados do Censo 2022, divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o Brasil possui 203.062.512 habitantes. Embora o perfil socioeconômico de cada região e micro localidade seja bastante diverso, um aspecto parece ser comum a população: o uso de dispositivos digitais. De acordo com uma pesquisa feita pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGVcia), o Brasil possui uma média de 2,2 dispositivos digitais por habitante, ou seja, 464 milhões de aparelhos.

Esse dado representa um mar de oportunidades para quem empreende, já que o uso de celulares e outros equipamentos se reflete no comportamento de consumo das pessoas, que cada vez mais compram nos meios digitais. Para se ter ideia, dados disponíveis no portal do Sebrae apontam que o Brasil já possui 115 milhões de compradores on-line. Também, que o faturamento em e-commerce já ultrapassou os R$ 182,7 bilhões. O número de usuários de redes sociais já ultrapassou os 170 milhões, e a imensa maioria de quem tem celular utiliza aplicativos de mensagens como principal forma de comunicação. ‘É questão de sobrevivência. Aprender a trafegar nos canais digitais, a usar de forma proficiente todos os recursos que a internet oferece é o que definirá quais empresas terão sucesso e quais não sobreviverão em um curto espaço de tempo no Brasil’, pondera Ivan Tonet, coordenador de Mercados e Transformação Digital do Sebrae.

Para dar suporte a quem empreende, a instituição criou um hub sobre o mercado digital que ensina, desde os primeiros passos, tudo o que é preciso saber para entrar de cabeça nas vendas pela internet – de parcerias com marketplaces a criação do próprio e-commerce, passando por marketing digital, precificação, logística, técnicas de vendas entre outros. ‘Pesquisamos as ferramentas mais relevantes para o empreendedor digital e apresentamos capacitações, treinamentos, cursos, além de dar ferramentas como planilhas, diagnósticos e outros. A ideia é cobrir todos os aspectos da vida do empreendedor e dar a ele conteúdo direto, claro e aprofundado’, relata Ivan.

De Campo do Meio-MG para o mundo

Campo do Meio é uma pequena cidade do sul de Minas Gerais onde moram Michell Oliveira, dono do e-commerce Monshell, e sua avó, fundadora de uma fábrica de capas de estofados para veículos. O empreendimento, criado nos anos 1990, começou no quintal de casa, fornecendo produtos para vendedores ambulantes e pequenos comércios. ‘Os controles eram feitos em cadernos, não tínhamos computador. Um dia, por iniciativa própria, comecei a vender as capas numa das maiores plataformas de e-commerce do Brasil e as vendas da fábrica começaram a aumentar’, conta Michell.

Nesse momento, ele procurou o Sebraetec, que oferece uma consultoria em inovação com foco em ganho de eficiência e redução de custos. ‘Queria melhorar processos da fábrica, e a consultoria foi um divisor de águas para o negócio. Nossa lucratividade aumentou, os processos foram automatizados, deixando tudo mais simples e fácil de controlar’, conta. Além dos aspectos técnicos do negócio, Michell contou com o apoio do Sebrae para a construção da marca da empresa, o posicionamento adequado em vendas dentro dos marketplaces e, sobretudo, no momento de abrir o próprio e-commerce.

‘O Sebrae orientou o processo de construção da marca, nos ajudou na maneira de abordar clientes, com as ferramentas de comunicação, logística, precificação e controle de estoque. É um trabalho completo e sem ele não teríamos o sucesso que conquistamos’, garante Michell. A empresa, em 2015, tinha quatro funcionários e vendia 20 capas por dia, hoje com mais de 70 colaboradores, entre diretos e indiretos, ele espera crescer mais de 40% até o final deste ano.

O sucesso no negócio, aliás, enche esse neto de orgulho por retribuir todo o trabalho de sua avó na construção das bases da empresa que, há gerações, mantém sua família. ‘É um orgulho enorme poder dar conforto para a minha avó. Ela e meu [falecido] avô trabalharam pelo sustento da família e nos proporcionaram tudo o que puderam. Chegou a minha vez de retribuir’, se emociona.

A casa do Espaço Gospel

Zandria Arai é moradora da pequena Itaituba, no Pará, e sempre se queixou de que não havia na região uma livraria evangélica com jeitão de shopping. ‘Na cidade só havia uma livraria que vendia bíblias e CDs, mas eu sonhava com um local em que fosse possível encontrar tudo relacionado ao meio gospel’. Foi em 2007, participando do Empretec, programa de formação de empreendedores do Sebrae, que ela vocalizou esse desejo e descobriu que poderia investir na ideia. ‘Depois de construir o plano de negócios, meu marido e eu vendemos uma moto por R$ 5 mil, compramos os produtos e abrimos nossa loja na garagem de casa’, lembra a empreendedora.

O passo seguinte foi a formalização, assim como a construção da marca da empresa e do site. E, nesse processo, buscou as capacitações do Sebrae sobre como vender nas redes sociais, um deles, o curso on-line de marketing digital. Além disso, buscou diversas estratégias de marca para se consolidar no mercado digital. No período de pandemia, esse conhecimento adquirido foi ainda mais valioso. ‘Aprendi a usar o catálogo de um dos aplicativos de mensagens voltado a empreendedores, e enviava as ofertas para clientes. Entramos em um marketplace e fazíamos delivery. Foram várias estratégias que mantiveram nosso espaço vivo e hoje, mesmo com o retorno ao presencial, temos uma atuação importante na internet’, conta.

Hoje, com 4 funcionárias e mais de 700 produtos, a empresa é uma das mais importantes da região no segmento e ocupa toda a área construída da casa. Isso levou Zandria a comprar um novo imóvel – esse, para morar. ‘A empresa deu tão certo que tomou toda a casa, que agora é a sede do nosso espaço’, relata Zandria, de casa nova e cada vez mais próxima do shopping gospel que sonha ter.

E você, quer realizar seus sonhos por meio do empreendedorismo? Faça as trilhas de capacitação em nosso hub e chegue lá!

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pg-nmga - Transformação digital – pg-nmga – pg-nmgahttps://www.bkindex.com/cultura-empreendedora/up-digital-oferece-mentorias-aulas-e-estrategias-para-ampliar-a-presenca-das-mpe-nas-redes-sociais/Fri, 21 Jul 2023 16:29:05 +0000https://www.bkindex.com/?p=15271O UP Digital, jornada online e gratuita, já mudou a vida de milhares de empresas e é focada na expansão da presença digital dos pequenos negócios. Os interessados devem se inscrever sabendo que deverão dedicar, no intervalo de duas semanas, tempo suficiente para participar de três aulas ao vivo e dois momentos de mentoria individual. As turmas acontecem nos períodos da manhã, tarde e noite.

De acordo com a analista de Soluções do Sebrae Nacional Fernanda Vernieri o UP Digital sustenta a proposta de oferecer uma experiência customizada para o cliente. “São poucas empresas que participam por turma, de forma que a troca de experiência entre as empresas ocorre tanto nos grupos de WhatsApp, quanto nas aulas ao vivo e mentorias com especialistas”, explica.

Só em 2023, o programa, que é considerado um sucesso, já impactou mais de 9 mil empresas. “Um ponto que chama a atenção é o NPS do produto, fator que indica a satisfação de quem participa, avaliado em 8.6”, conta Fernanda.

Podem participar do UP Digital empresas de todos os setores, segmentos e portes, assim como empreendimentos rurais e urbanos. Ao longo da jornada, os participantes acessam conteúdos têm a oportunidade de fazer experiências práticas para aprofundar os conceitos e ferramentas de marketing, jornada do consumidor, planejamento de conteúdos e monitoramento para redes sociais.

Ficou interessado? Não perca tempo e se inscreva! Clique Aqui.

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